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Rio de Janeiro sofre com falta de atendimento pediátrico

Conseguir atendimento com um pediatra no Brasil é um martírio, até mesmo em hospitais particulares. Os baixos salários afastam os profissionais e unidades de saúde priorizam outro tipo de especialidade. No Rio de Janeiro, pelo menos quatro serviços de pediatria foram fechados nos últimos meses.

A redução de leitos pediátricos atinge ainda a rede pública de saúde do Rio, o Instituto de Pediatria da UFRJ, referência na área, está fechado. Quem consegue ser atendido enfrenta demora, e unidades lotadas. Produtores do Jornal da BAND percorreram 10 hospitais públicos e privados da zona Norte do Rio e em apenas 4 pediatras estavam trabalhando.

As principais justificativas para o problema são os baixos salários oferecidos aos médicos e a prioridade que os hospitais dão a pacientes que não são crianças. “Os hospitais da rede privada recebem por procedimentos. Estão fechando os seus serviços de pediatria” - diz Eduardo Vaz, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria.

A falta de pediatras afeta outras cidades do país. Em Salvador, por exemplo, é difícil conseguir consultas para crianças. Mas não faltam profissionais formados, são pelo menos 30 mil pediatras no país. Tanto no setor público como no setor privado existe um salário inadequado para esses profissionais – conta Márcia Araújo, presidente do CREMERJ.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria / Jornal da Band
Última atualização: 04/05/2013.

Meu filho quer um cachorro

por Denise Gurgel,
colunista do Pediatria Brasil e responsável pelo Curso Shantala

Quero um cachorro!

Se você ainda não escutou esse pedido do seu filho, tenho certeza que um dia ouvirá.

Ter um animal é bom demais, até hoje guardo lembranças dos meus cachorros! Já dividi pirulito com a Fofura (eu confesso) e rolei muito no chão com o Bandit!

Os cães são ótima companhia para as crianças, auxiliam no desenvolvimento dos pequenos e ensinam o significado da palavra respeito e a dar e receber carinho.

Esse contato com animais é tão positivo que muitas pessoas donas de cães dóceis realizam trabalho voluntário com seus animais em casas de repouso e instituições de crianças. Todo mundo se distrai com a presença dos animais e passa o dia de forma diferente.

Mas é preciso ter cuidado

O cachorro é frágil e necessita de cuidados diários, comida, água, banho, atenção e muito carinho. Todo esse contexto ajuda muito os pequenos a aprender a cuidar com responsabilidade e respeitar os animais. Essa troca não só influencia o comportamento das crianças, ajudando-a aprender a relação de vínculo, mas também com as outras pessoas em seu entorno.

A interação e brincadeiras com os animais ajudam até mesmo a criança na coordenação motora fina, engatinhar ou andar brincando atrás do animal./p<>

Não adianta só o filho pedir o cachorro, todos precisam “adotá-lo” como novo membro da família. Os cães fazem bagunça, principalmente quando filhotes e escolher a raça com o perfil da família é necessário.

Por isso conversar com o veterinário e escolher raças mais tranquilas e dóceis com crianças é interessante.

Converse com a dona do canil e separe para um primeiro contato cães com o perfil familiar e a sua residência (casa ou apartamento). Depois separadamente faça testes com o cão, pois sabemos que muitas vezes as crianças não sabem dosar o seu carinho com os animais.

Há um tempo atrás vi na televisão essas dicas (era o programa do Dr. Pet) e achei ótimo. Auxiliada por um veterinário, brinque com o cão usando brinquedos e perceba se é muito ativo ou não. Ofereça um osso para o cachorro e use uma mão de brinquedo e finja que pegará o osso, se o cão ficar nervoso e rosnar, talvez não seja interessante para sua família, mesmo que a raça esteja dentro do perfil. Passe a mão e toque todo o cão, deslize suas mãos pelo rabo e perceba se fica mais agitado.

Fonte: Pediatria Brasil
Foto: Dog Gone City Kitty
Última atualização: 26/02/2013.

Carnaval com a criançada

por Denise Gurgel,
colunista do Pediatria Brasil e responsável pelo Curso Shantala

O carnaval está chegando e se você quer curtir com os filhos com muito confete e serpentina e de forma criativa, saiba que em poucos minutos você poderá fazer a fantasia deles.

Por isso a matéria de hoje tem duas fantasias bem fáceis de fazer que utilizam objetos que temos em casa ou outros bem fáceis de encontrar e o melhor com baixo custo.

Comprar a fantasia é legal, mas imaginou só a alegria da criançada participando da confecção da fantasia? São só benefícios, ficar juntinho do filhote e colocar a criatividade em dia.

O sonho de todo menino é ser um super herói e das meninas de ser bailarina. Então mãos na massa!


Fantasia menino

Você vai precisar de:

• Papelão cortado no formato de retângulo da largura das costas do pequeno

• Duas tiras de velcro

• Duas garrafas pet pintadas com spray prata

• Feltros para fazer a chama ou qualquer outro tecido ou até mesmo papel crepom

• Cola quente

Simples e fácil!

Fantasia menina

Você vai precisar de:

• 5 metros de tule rosa

• Elástico grosso do comprimento da cintura da criança (a dica é medir a cintura da pequena e subtrair o número por 3, depois costure as pontas)

Mãos a obra!

Folia com segurança e saúde

• Oferecer alimentos leves e hidratar bem o seu pequeno.

• Identifique a criança com uma pulseira que contenha os seus dados.

• Confete e serpentina podem entrar na brincadeira. Só fique atenta para a criança não aspirá-los.

• E nos pés um sapatinho ou tênis bem confortável para o pequeno folião curtir toda a festa.

Fonte: Pediatria Brasil / Doodle Craft / Pequenos Mimos da Pri
Última atualização: 07/02/2013.

Vitamina S: melhora a imunidade da criança

por Denise Gurgel,
colunista do Pediatria Brasil e responsável pelo Curso Shantala

Se só de pensar em ver o seu pequeno no chão brincando você já estremece, respire fundo.

Saiba que limpeza demais pode trazer prejuízos ao sistema imunológico do seu filhote.


Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia em San Diego revelou que bactérias normais que vivem na superfície da pele são benéficas para a saúde da criança e evitam até mesmo inflamações causadas pelos machucados. Portanto é inevitável e até mesmo necessário que as crianças tenham contato com sujeira, pois assim o seu corpo criará anticorpos e conseguirá se proteger contra microorganismos quando necessário.

O contato com a vitamina S (sujeira) reforça as defesas do organismo. Isso não quer dizer que não devemos ensinar as crianças a lavar as mãos. Esse sim é um hábito saudável, mas devemos deixar a criança brincar livremente e se sujar na hora da brincadeira.

Vitamina S: S de sujeira

Por isso é muito comum às clínicas de alergias estarem sempre cheias com crianças na fila. Esse excesso de cuidado contribui para uma baixa defesa.

A criança precisa do contato com o chão para que o corpo seja estimulado. É no chão que aprenderá a engatinhar e dar os primeiros passos. Claro que devemos ser cuidadosos, mas nada de paranóia se o seu filho der uma lambida no seu chinelo! Essa é a história que mais escuto das mães nos cursos de shantala!

Veja quando você deve se preocupar

Areia - Brincar na areia da praia ou do parquinho é bom, desde que os animais não andem por lá, pois sabemos que as fezes podem ocasionar doenças.

Comer um alimento que caiu no chão – Se a bolacha caiu no chão de casa, não deu tempo de você pegar da mão do seu filhote e o chão estava limpo não há problemas, mas se for num local de limpeza duvidosa evite.

Chão – Engatinhar no chão de casa, da casa da avó não causa problemas, muito pelo contrário, a variedade de exposição também é importante para a produção de anticorpos.

Animais – O contato com animais é benéfico para a criança. Apenas evite que o cão ou gato lamba seu pequeno próximo de área de mucosas para evitar conjuntivites.

Denise Gurgel é fisioterapeuta materno infantil, professora de Shantala e consultora materna. Usa a técnica para ajudar pais e filhos a se conhecerem melhor. Conheça o Curso Shantala.

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Fonte: Pediatria Brasil
Foto: Discovery Health
Última atualização: 30/01/2013.

 
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